|
Textos das associações Acção Animal e ANIMAL:
Várias entidades portuguesas pretendem torturar dezenas de milhar de animais
Campanha contra o novo "Biotério Central" da Azambuja (Portugal)
Este Biotério a ser construído será um local onde irão de forma muito cruel torturar milhares de animais para fins ditos "científicos". Terá uma capacidade de 20 000 a 25 000 animais que serão vendidos a universidades, institutos de investigação e empresas farmacêuticas. Custará 36 milhões de euros, dos quais 27 milhões são provenientes dos impostos pagos por todos. Este dinheiro deve ser investido na investigação e implementação de novas alternativas e não no atraso da ciência.
Tendo em conta a ausência de ética e ineficácia existente na experimentação em animais, por favor não deixe de mostrar a sua indignação contra a construção do biotério.
Saiba o que pode fazer vendo os artigos abaixo e o link :
http://www.eco-gaia.net/forum-pt/index.php?topic=876.0
Este site será actualizado sempre que houver novidades, visite regularmente.
Coloque os seus comentários no fórum:
http://www.eco-gaia.net/forum-pt/index.php?topic=876.0


PARA PERCEBER O QUE OS TESTES EM ANIMAIS ENVOLVE E DA SUA EXTREMA CRUELDADE,
LEIA OS ARTIGOS MAIS ABAIXO E VEJA OS SEGUINTES VÍDEOS
Documentários sobre testes em animais:
http://video.google.com/videoplay?docid=4424492171749254335
http://www.petatv.com/tvpopup/Prefs.asp?video=biosearch
Vários vídeos sobre testes em animais:
http://www.petatv.com/viv.html
Para ajudar a parar este empreendimento cruel, veja os seguintes sites:
http://www.eco-gaia.net/forum-pt/index.php?topic=876.msg1319#msg1319
www.accaoanimal.com | www.animal.org.pt
* * *
:: DIGA NÃO À TORTURA E SOFRIMENTO ::
- BOICOTE PRODUTOS TESTADOS EM ANIMAIS
- PROTESTE CONTRA A CONSTRUÇÃO DO "BIOTÉRIO" EM PORTUGAL

TEXTOS INFORMATIVOS SOBRE TESTES EM ANIMAIS
:: Animais em Experimentação (ANIMAL)
Macaco com Eléctrodos e Cabos Implantados na Cabeça. Instituto de Neurologia de Londres. (c) NAVSEntende-se por experimentação animal qualquer acto que implique a utilização de animais com fins experimentais em actividades de investigação, normalmente conduzido num projecto de teste de segurança de cosméticos, químicos, armamento, alimentos, tabaco, drogas ou fármacos, ou num projecto de investigação biomédica, de investigação comportamental ou de investigação militar, entre outras formulações que o acto de experimentação animal pode assumir.
O termo mais convencionado para designar a experimentação animal é vivissecção, que significa literalmente "dissecção praticada num animal vivo, para estudo" (Dicionário Português-Português. Porto: Porto Editora, 2003-2006). Dissecção significa literalmente "operação pela qual se separam as partes de um organismo morto para ser estudado" (Dicionário Português-Português. Porto: Porto Editora, 2003-2006).
Em qualquer caso e como quer que aconteça, a experimentação animal, seja física e/ou psicológica e emocionalmente invasiva, é sempre profundamente dolorosa e traumatizante para os animais usados em investigação, sendo, desde logo, moralmente errada não só porque assenta no princípio de que se podem usar animais não-humanos como instrumentos de pesquisa, mas também porque se faz sempre por meio de procedimentos invasivos e traumatizantes, que constituem severas agressões à dignidade e à integridade física e emocional dos animais usados.
Acresce que, novamente em qualquer caso e como quer que aconteça, a experimentação animal é uma prática cientificamente errada, fraudulenta, desprovida de qualquer valor científico, incapaz de ajudar a prever respostas e resultados, constituindo um radical absurdo que desafia a boa ciência e os dignos e importantíssimos objectivos que pretende atingir.
Saiba mais acerca da experimentação animal (necessita do Adobe Acrobat Reader para ler os seguintes documentos - pode descarregá-lo fácil, rápida e gratuitamente a partir de http://www.adobe.com/products/acrobat/readstep2.html?promoid=BUIGO):
http://www.animal.org.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=105&Itemid=165
:: Dados sobre Experimentação Animal (A.A.)
ImageA apropriação dos animais por parte da ciência começou muito cedo. A natureza curiosa do espírito humano desencadeou desde sempre uma enorme vontade de aprender mais e de fazer novas e grandes descobertas acerca do mundo vivo no qual o homem habita.
Assim, já na Idade Média, aqueles que se intitulavam praticantes de alquimia tomavam como objecto de experimentação animais vivos sem tomarem em consideração os seus interesses.
Os tempos avançam e chegamos à época renascentista, fortemente marcada pela grande alteração na consideração da posição do homem no universo, pela negação dos grandes dogmas religiosos, pela procura de novas respostas para a justificação da nossa existência e uma que não fosse por obra de Deus. Esta busca fez enaltecer ainda mais a curiosidade humana e o campo científico voltou a desenvolver-se.
Descartes, filósofo e matemático, desenvolveu as primeiras experimentações do Renascimento. Uma bem conhecida foi aquela que é pioneira na observação do sistema circulatório de um mamífero: fixou um cão numa tábua em posição vertical e dissecou-o na zona do pescoço até ao abdómen para fazer a observação, isto com o animal vivo e sem ministrar qualquer tipo de substância anestesiante.
Na sua consideração, os animais não eram mais do que meros objectos: a designação que o próprio deu foi que se assemelhavam a relógios e que os gemidos emitidos durante o processo eram, pois, como os das molas do relógio a soltarem-se. Ignorava por completo a senciência do animal.
O que na verdade se descobriu foi que os animais possuem também uma estrutura fisiológica complexa e que, tal como os humanos, devem ter a capacidade de sentir dor e, apesar de muitos continuarem cépticos, alguns contemporâneos de Descartes opuseram-se firmemente a estas práticas.
Hoje em dia, a vivissecção é ainda o principal processo de fazer qualquer tipo de investigação relacionada com a fisiologia humana. Testamos os produtos que consumimos: cosméticos e produtos de higiene, produtos alimentares, medicamentos, desinfectantes, etc. Testamos a nível somático em busca da cura para o cancro, diabetes, o HIV. Testamos.e os resultados continuam sem aparecer.
Estatísticas indicam que, num século de experimentação animal, os contributos para a medicina garantiram uma melhoria de apenas 3%. Isto tem uma explicação bastante simples e já conhecida dos investigadores: o corpo humano pode ter parecenças a nível estrutural e orgânico, como resultado de evolução convergente com determinadas espécies de mamíferos, mas a nível celular, genético e bioquímico a discrepância é grande e perfeitamente conhecida.
Então, por que continuar, por exemplo, a curar cancro em ratos? A falha na cura das doenças pela medicina tradicional é propositada porque os interesses económicos por detrás da indústria dos fármacos são incalculáveis. Interessa manter as pessoas doentes para que a demanda de medicamentos não cesse e os lucros fluam. Se nos propuséssemos a testar em voluntários humanos, pois temos gente para o fazer, por exemplo no que diz respeito ao HIV, teríamos muito provavelmente dado passos muito mais importantes.
Continuamos a apelar ao conceito moral da santidade da vida humana e impedimos pessoas de se voluntariarem para estes processos e, assim, o massacre de animais continua.
Temos métodos eficazes de testar a nível de cultura de células e órgãos in vitro; somos capazes de desenvolver tecidos artificiais, podemos fazer estudos em cadáveres humanos, simulações computacionais e estudos epidemiológicos nas populações. No entanto, estes ou são caros ou desapropriados para elaborar extensos relatórios que justificam investimentos e carreiras.
http://www.accaoanimal.com/site/content/view/103/139/
COMUNICADO DA "ANIMAL" SOBRE O BIOTÉRIO

Comunicado da ANIMAL sobre a criação de Biotério Central em Azambuja pela Fundação Champalimaud | ANIMAL, juntamente com Coligação Europeia para a Abolição das Experiências com Animais, está em campo para travar a construção deste centro de criação de animais para experimentação animal
A ANIMAL tem recebido centenas de mensagens e telefonemas de pessoas preocupadas com a notícia de que, num consórcio participado pela Fundação Calouste Gulbenkian e pela Universidade de Lisboa e liderado pela Fundação Champalimaud, será construído, em Azambuja (distrito de Lisboa), o Biotério Central, que, nas palavras de Leonor Beleza, presidente da Fundação Champalimaud, será "um dos melhores biotérios do mundo, obedecendo a critérios rigorosos e tecnicamente muito avançados. Vão ser criados animais para serem utilizados para fazer avançar a ciência", tal como noticia o "SOL" (http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=115213).
Ainda de acordo com o artigo do "SOL" e tal como outros jornais noticiaram, "O biotério é um projecto privado que vai ser apoiado por fundos comunitários no âmbito do programa de acção aprovado pelo Governo para as regiões do Oeste e da Lezíria e que prevê compensações pela deslocalização da construção do aeroporto na zona da Ota". "De acordo com o programa de acção, o biotério custará 36 milhões de euros dos quais 9 milhões são de privados, enquanto que o restante é suportado por financiamento comunitário". "[T]erá uma capacidade estimada para 20 a 25 mil gaiolas, serão fornecidas estirpes de animais de laboratório a universidades, institutos de investigação e empresas farmacêuticas de todo o país e particularmente na área da grande Lisboa". O "SOL" adianta ainda, nesta notícia, que Leonor Beleza "acrescentou que o equipamento pretende também responder às necessidades da própria fundação e servir (exportação) outros centros de investigação em Portugal e no estrangeiro".
A respeito desta péssima notícia, a ANIMAL faz saber que recebeu com extrema preocupação esta informação e que a comunicou de imediato aos seus parceiros da Coligação Europeia para a Abolição das Experiências com Animais (ECEAE - European Coalition to End Animal Experiments), com quem tem estado a estudar a melhor maneira de lidar com este problema a fim de impedir que ele venha de facto a acontecer. A ANIMAL, integrada nesta Coligação e em estreita colaboração com a mesma, está já a iniciar as devidas diligências para impedir que este biotério seja criado em Portugal.
Miguel Moutinho, Presidente da ANIMAL, declarou que "Numa altura em que são cada vez mais evidentes, públicas e esmagadoras as provas de que a experimentação animal atrasa a ciência e obsta fortemente a que esta possa de facto progredir, desde logo no domínio das ciências biomédicas, e na mesma altura em que está a ser revista a directiva europeia que regulamenta a experimentação animal no espaço comunitário, esperando-se desta que, no mínimo, reduza drasticamente o uso de animais usados em experimentação na União Europeia, é absolutamente inacreditável e lamentável que em Portugal se queira construir um centro destes, que poderá, considerando a capacidade anunciada, criar milhões de animais, de diversas espécies, para serem vendidos para laboratórios de todo o mundo, para serem torturados e sacrificados em nome de nada".
"A experimentação animal não é ciência, é ficção científica. Constitui somente um lucrativo negócio suportado pela indústria da investigação científica e uma fonte fácil de obtenção de bolsas, apoios e financiamentos para projectos de investigação nos quais a cientificamente absurda e totalmente ultrapassada tradição da vivissecção enquanto método de pesquisa está convencionada e é quase imediatamente aceite como prática validada, apesar da sua validade nunca ter sido de facto aferida, nem uma só vez, por estudos e comissões independentes, ao contrário dos métodos não-animais de pesquisa, que são alvo do mais exigente escrutínio", afirmou o Presidente da ANIMAL.
A Vice-Presidente da ANIMAL, Rita Silva, acrescenta que "a ANIMAL, em colaboração com os seus parceiros, usará de todos os meios ao seu dispor para impedir que este autêntico pesadelo seja instalado em Portugal, que tem sido, felizmente, até aqui, um país com uma muito diminuta actividade neste domínio mas que, com este projecto da Fundação Champalimaud, pode, de repente, transformar-se num importante produtor e exportador de milhões de vítimas animais para uma indústria de experimentação que é, além do mais, causadora de acentuados tumultos sociais onde está solidamente presente, como acontece em Inglaterra".
Nota: Para informações mais detalhadas e para uma abordagem científica acerca de quão anti-científica, inválida e fraudulenta é a experimentação animal, por favor visite:
· www.curedisease.net
· www.curedisease.com
· www.pcrm.org
· www.eceae.org/g_resources.php
· www.endeuanimaltests.org
· www.scienceroom.org
|